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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

[CONTO] Raptado e transformado em bebê - Parte 3 -- FINAL

Chegou a hora, bebês! Achei melhor jogar logo a conclusão online e acabar com o suspense. Eu não sei quantos estavam torcendo pro Pedrinho conseguir fugir, ou quantos estavam com inveja dele. Espero que gostem do final, pois deu "um trabaio da muléstia!"

*Imagens postadas de minha autoria, sendo meramente ilustrativas. :)


Acordei numa sala diferente. Eu estava amarrado numa cadeira no meio do que parecia ser um salão. Tudo o que eu vestia eram fraldas e uma enorme calça plástica.
“O bebê acordou!” Ouví a babá Claudia gritar. Ela havia trocado de roupas, ela agora usava um uniforme azul escuro, de látex.
Era mais tarde do que pensei. Já era hora do almoço. Como eu estava faminto, devorei os alimentos que Cláudia me ofereceu sem protestar. Ela então disse:
“Uma de minhas amigas esté vindo pra te conhecer e me ajudar com seu treinamento.” Anunciou.
Eu não estava amordaçado, então comecei a protestar.
“Eu exijo que você me solte! Eu... mmppphh!” A babá tranquilamente enfiou um lenço em minha boca, prendendo tudo no lugar com uma mordaça de couro.
“Você não está em posição de “exigir” nada, meu jovem. Ou melhor: BEBÊ!
A campainha tocou, e a babá deixou o salão. Ouví vozes conversando na sala ao lado, e risadas. A babá Claudia retornou, acompanhada de uma mulher loira aparentando uns 40 anos, vestida igual a ela, mas de branco. Cláudia fez as apresentações: Ela era Célia, e eu era o “Bebê Pedrinho”.
“Vamos direto ao trabalho, certo, Célia?” Anunciou babá Claudia. Imediatamente Célia baixou minha calça plástica e fralda, expondo meus genitais. Eu gritei por debaixo da mordaça quando ví que ela se aproximava de mim carregando uma seringa. Sem hesitar, ela introduziu a agulha em meu escroto. Eu sentí o conteúdo da seringa sendo liberado. Eu grunhia e gemia, mas os lenços aprisionavam minha voz. A dor era intensa, eu sentia uma forte queimação em meus genitais.
As duas então me soltaram e me arrastaram até a sala ao lado (meu berçário). Fui colocado de face para o chão, sobre um grande cavalete, e então meus pés e mãos presos a ele com amarras. Minhas nádegas estavam à mostra. A babá Claudia ficou na minha frente e explicou “ Mamãe Célia injetou esteróides em você, o que fará com que você produza o seu leitinho em abundância. Agora vou te ensinar uma pequena lição. Isso é pra você aprender que a babá pode ser muito má quando ela quer.” Ela andou pra fora do alcance da minha vista.
Ouví o primeiro silvo e então CRACK! O chicote atingiu minhas costas “MMMMMMMMMMMMPPPPPHHHH!!” eu gritei, abafado pela mordaça enquanto as chibatadas estalavam em minhas costas. Nenhuma palavra foi dita por nenhuma das duas mulheres. Elas pareciam muito satisfeitas em me ouvir murmurando e chorando, e assistindo enquando lágrimas rolavam sobre meu rosto em dor.
Quando a babá terminou, Célia olhou em meus olhos e disse com uma voz gentil “Vamos limpar você antes da soneca da tarde, que tal meu querido?”. As duas mulheres me tiraram do cavalete e me colocaram no berço. A babá passou pomada em minhas costas, e em seguida prendeu meus pés nas extremidades do berço e meus pulsos em algemas de couro. Célia tirou um punhado de lenços de sua bolsa, colocando-os sobre minha coxa. Então ela recolheu todos sobre a palma da mão e me encarou:
“Babá, você poderia por favor retirar a mordaça do bebê? Quero que ele assoe o nariz.” Claudia imediatamente removeu a mordaça. Era a minha chance de pedir com que elas parassem com aquilo.
“PAREM! Por favor me deixem ir embora. Eu não vou chamar a polícia se vocês me deixarem ir.” Célia respondeu “Você não vai mesmo contar pra ninguém, porque você está aqui comigo, e bebês não podem falar, não é mesmo, meu anjo? Se você ainda não percebeu, eu sou sua nova mamãe. Tenho procurado pela pessoa certa já faz algum tempo, e quando me ligaram do hospital dizendo que você era o candidato ideal, eu fiquei tão contente! Agora é hora de você limpar seu narizinho antes da soneca”.  A babá me segurou enquanto Célia colocou os lenços sobre minha boca e nariz. Um sentimento familiar se abateu sobre mim, pois comecei a enfraquecer enquanto respirava através dos lenços. Minha vista ficou embaçada, e me sentí tonto.
“Babá, ele precisa se aliviar agora.” Disse Célia. Meu pênis estava incrivelmente duro e babando. A babá me empurrou para trás, me fazendo deitar. Ela pegou outro punhado de lenços e baixou minhas calças. Sentí que esfregava meu pênis e escroto com os eles. É a última coisa que eu me lembro antes de pegar no sono.

COM O PASSAR DOS DIAS.....

Eu imagino que fiquei prisioneiro naquelas instalações por meses. A rotina era a mesma. Eu nunca ficava solto, sempre amarrado dentro do berço ou numa cadeira. A maior parte do tempo, amordaçado. A babá Cláudia, junto com Mamãe Célia cuidavam de mim, me alimentavam, vestiam e trocavam minhas fraldas. Eu mal me lembrava da última vez que tinha ido ao banheiro do jeito convencional. Isso era apenas uma vaga lembrança.
Eu era constantemente dopado com a droga que misturavam no líquido que eu era obrigavado a engolir todos os dias pela mordaça de alimentação. Eu me sentía fraco o tempo todo, e dormía várias vezes durante o dia, igual a um bebê de verdade.
No começo, sempre que podía eu tentava escapar. Todos os dias. Claro que era castigado e humilhado por isso. Com o tempo passei a ser mais obediente. Eu evitava contrariar a Mamãe Célia e a Babá Claudia, e também obedecia as outras enfermeiras. Os castigos eram severos, doloridos. Eu queria evitar ao máximo que elas tivessem motivos pra serem malvadas comigo.
Numa determinada manhã, eu estava deitado em meu berço, após ter sido trocado e alimentado pela babá Cláudia. Por eu ter me comportado bem, eu estava sem a mordaça dessa vez. Foi quando Mamãe Célia apareceu na porta do berçário e veio em minha direção..

“O bebezinho da mamãe precisa se exercitar! Senão não vai crescer forte e bonito!”  Disse ela sorrindo. “Você tem sido um bom menino, então ordenei que diminuíssem sua dosagem de sedativos, então você logo será capaz de sair do berço e passear.”
Recebí a notícia com alegria! Minhas costas, braços e pernas estavam doloridos pela falta de exercício. Quem sabe se saindo do berçário eu consiga escapar ou gritar por ajuda. Mamãe Célia pareceu perceber meu olhar de excitação, e sorriu para mim antes de deixar o berçário.
Algum tempo depois, eu já sentía minha força retornando. Comecei a fazer força contra as amarras em minhas mãos e pés, mas elas eram de couro puro, extremamente resistente. Eu imagino que nem se eu estivesse com minha força máxima eu conseguiria me soltar. Não demorou muito para que Mamãe Célia retornasse, dessa vez segurando uma sacola e acompanhada de dois homens vestidos de enfermeiros. Eles eram altos e musculosos.
“Está na hora do exercício do bebê!” Anunciou Célia. “Meus ajudantes vão preparar você pro passeio.”
Uma agitação tomou conta de mim. Eu tinha medo de que eles iam me machucar. “Socorro! Alguém me ajude! Vocês não podem fazer isso comigo!”
“MMMMPH! MMPH!” Fui rapidamente silenciado. Um dos enfermeiros tirou de dentro do seu bolso no colete uma grande chupeta e a enfiou em minha boca. Ela tinha tiras de couro nas laterais, então ele as prendeu apertado em volta da minha cabeça. “mmmmmpphh! Mmmph! Mmph!” Eu não conseguia falar ou gritar. A chupeta impedía que eu pudesse mover minha lingua. Lutar era inútil. Parei de tentar.
“Que bom que o bebezinho resolveu obedecer. Mas agora vamos! Está um lindo dia lá fora!” Exclamou Célia.
Os dois homens então soltaram minhas amarras. Eu tentei levantar rápidamente, mas ainda estava tonto  e fui firmemente segurado por eles.
“O bebê não pode pegar friagem lá fora. Eu trouxe algo especial pra você usar. Eu mesma fiz! ^_^ ” Célia disse animada.
Meu coração estava disparado. Ela pegou na sacola um enorme macacão azul e com estampas infantís. Era idêntico ao de um bebê, exceto que possuía luvas costuradas nas mangas e um zíper com cadeado.
Sem dizer uma só palavra, os dois homens começaram a vestir o macacão em mim. Primeiro as pernas, depois os braços. Apesar das drogas quase terem perdido o efeito, minhas tentativas para impedir aquela humilhação foram inúteis. Eles eram tão fortes, em poucos segundos eu estava vestido dos pés à cabeça com o macacão. Com um último CLICK, o ziper foi puxado até fechar o macacão, e trancado com o cadeado. Minha humilhação ainda não estava completa.   Foi colocado um cinturão largo em volta do meu corpo, trancado com mais um cadeado.
Era um completo pesadelo. Fui obrigado a ficar ‘de quatro” no chão, com as pernas bem dobradas. Eu só conseguía soltar “mmmpphs” abafados. Presas na parte de trás do cinturão, saíam duas correntes, que foram presas a algemas em meus pés. Eu agora não podia me levantar. As correntes impedíam que eu esticasse as pernas. Mamãe Célia ajoelhou-se diante de mim, erguendo meu rosto com uma das mãos. “Mas que bebê lindinho você é! De quatro pra mamãe!” Eu me sentía humilhado e furioso. Uma baba escorria da minha boca pelo canto da chupeta.
Os “preparativos” para meu passeio ainda não estavam terminados. Sobre as já existentes luvinhas do macacão pijama, um dos enfermeiros ainda colocou grossas luvas de couro, também devidamente travadas com cadeados. Elas eram acolchoadas por dentro, e apertadas. Minhas mãos não tinham mais utilidade. Para finalizar, uma coleira com uma pequena placa metálica pendurada foi colocada ao redor de meu pescoço. Foi de relance, mas conseguí ler “Bebê Pedrinho” gravado no metal.
“Perfeito! Olha só que guti-guti” Célia aplaudiu alegremente. Lágrimas escorriam dos meus olhos.
“Uhmm.. Vamos testar agora. Vem com a mamãe, bebê!”
Mamãe Célia foi até o canto do berçário e ficou me esperando. Eu não me movia. Ainda estava em choque por estar naquela situaçao horrível. De repente PLAFT! Levei uma pancada absurdamente dolorida nas nádegas. Olhei para trás e ví um dos enfermeiros com uma grande palmatória nas mãos.  Ele bateu tão forte que a fralda nem amorteceu.
OBEDEÇA SUA MÃE” , ele disse. Sua voz era grossa, ameaçadora.
Tentei instintivamente me levantar e ir em direçao a Célia, mas as correntes travaram minhas pernas. Perdí o equlíbrio e caí no chão, ficando de barriga pra cima. De forma desajeitada, conseguí tão somente voltar à minha posição original, de quatro.
“AH Ah ah ah! Parece um recém nascido aprendendo a engatinhar!” Mamãe Célia ria a plenos pulmões. “O bebezinho da mamãe ainda não percebeu? Você tem que engatinhar! Agora tente!”
Com um suspiro de frustração, fiz o que ela mandou. Deu certo. Engatinhei até ela.
“Muito bem, bebê! Agora que você já sabe como “andar”, é hora de ir lá fora. Rapazes! Peguem ele e me acompanhem até o jardim.”
Um dos homens veio até mim e, com a ajuda do outro, literalmente ME PEGARAM NO COLO! Eu tentei espernear, mas minhas pernas estavam acorrentadas e meus braços não tinham força o bastante contra aqueles homens. Eu não tive escolha a não ser me deixar carregar.
Fui levado até o que parecia um grande jardim, nos fundos do prédio. Os homens me colocaram no chão. Mamãe Célia pediu que nos deixassem a sós, mas não antes de ordenar que prendessem uma guia na minha coleira e deixassem a palmatória com ela.
“Uhmm.. Ainda não, bebê! Sua pele do rosto é sensível. Precisa de proteção!” Mamãe Célia puxou de seu bolso uma grande touca de bebê, colocando-a em minha cabeça e amarrando a fita por sob meu queixo. “Agora sim! Dá vontade de apertar as bochechas!”
“Vamos fazer exercício, bebê? Agora você vai seguir a mamãe, igual um filhotinho.”
“Mmpphn!” Fiz que “não” com a cabeça, tentando tirar a touca.
“Bebê.... “  advertiu Célia.
“Mmpph! Não!”

PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! PLAFT! Cinco vezes!

MMMMMMPPPPHHH!!” Gritei abafado pela chupeta. A dor era indescritível. Minhas nádegas queimavam. Não conseguí segurar e urinei nas fraldas.
VENHA!” Gritou Célia, puxando a guia. Obedecí.
“Que desapontamento, bebê... Eu achava que você estava pronto pra ir pra sua nova casa comigo, mas eu vejo que ainda temos muito trabalho pela frente!” Mamãe Célia disse. Sua expressão era de tristeza. Era quase como se ela estivesse com remorso de ter me batido tantas vezes.
Ela me fez engatinhar atrás dela por quase 1 hora, meus joelhos e braços doíam. Foi um alívio quando ela me mandou parar. Eu estava exausto.
Mamãe Célia pegou o celular, chamando de volta os dois enfermeiros, que logo vieram.
Me pegaram de novo no colo, confesso que gostei muito. Meu corpo relaxou.
Fui colocado novamente no berço. Eu estava faminto. Mamãe Célia ordenou que removessem meu cinturão e as correntes das pernas e me colocassem sentado na cadeirinha. Minhas mãos foram amarradas ao lado do meu corpo.
“Hora da comida!” Exclamou Célia.  “Nesta fase do seu treinamento, pra que você se conecte mais com sua nova mamãe, sou eu quem vai te alimentar no lugar da Babá Claudia.”
Ela removeu a mordaça-chupeta. Eu instintivalmente abrí a boca. Estava mesmo com muita fome, então comí toda a papinha sem protestar.
“O bebê lindinho da mamãe teve um dia cheio hoje! É hora de tirar essas roupinhas sujas, tomar um banho, botar uma fralda nova e ir dormir!” Disse Célia.
Tentei argumentar “Por favor! Eu não sou um bebê! Isso é desumano! Me deixe ir! Juro que não contarei pra ninguém!”
Minha resposta foi um punhado de lenços enfiados dentro de minha boca, seguidos de uma apertada mordaça de couro. “mmmmpph!” Gemí baixinho.
Eu me sentía fraco.. estava meio tonto. Não sei o que estava acontecendo. Eu estava bem até minutos atrás.
“É claro que você não vai contar pra ninguém. Bebês não falam! – Mamãe Célia riu - Como eu preciso soltar o bebê pra dar banho, coloquei um leve sedativo na sua papinha. Desculpe bebê, mas é pra você não se machucar”.
Os dois homens me tiraram da cadeira e me seguraram de pé. Célia então veio e removeu as luvas de couro de minhas mãos, prosseguindo para o cadeado do zíper do macacão. Logo eu estava só de fraldas novamente, que também foram retiradas. Célia olhou pra mim, sorrindo, quando viu que eu tinha feito xixi nelas.
Fui levado até uma banheira, nela também haviam amarras e algemas nas extremidades. Os homens me colocaram nela e prenderam as algemas em minhas mãos e pernas. A água estava morna, uma delícia.
“Vou aproveitar que o bebezinho está no banho e vou limpar o seu piupiu por dentro e por fora”. Ao dizer isso, Célia começou a acariciar meu pênis, que respondeu prontamente aos estímulos. Pra cima e pra baixo, cada vez mais rápido. Célia me masturbava e acariciava meu rosto. Não demorou muito para eu gozar, gemendo bastante e me contorcendo. Célia Aplaudiu “é assim que eu gosto!”
Mamãe Célia terminou de me dar banho, os homens então vieram, me soltaram  e colocaram sentado numa cadeira de rodas, de onde fui empurrado até a mesa para trocas de fraldas.  Lá eu fui novamente algemado com algemas e correias de couro. Eu ainda estava amordaçado.
Fui enxugado, penteado e até me passaram perfume. Tinha cheiro de camomila, pensei. Depois do talco, vieram mais fraldas e uma calça plástica por cima.
Nesse momento Mamãe Célia veio com outra surpresa: “Olha o que eu trouxe, bebê! Essa é a sua roupinha de dormir.”
Minha “roupa de dormir” consistía em um macacão (muito similar ao que usei pra sair, mas era amarelo clarinho, com listras brancas e não tinha luvas costuradas), uma touquinha, e luvinhas grossas de lã. Eu estava fraco e cansado. Eu sabia que não tinha chances contra aqueles enfermeiros bombadões. Apenas obedecí enquando Mamãe Célia me vestia. Esse pijaminha também possuía cadeado no zíper, que foi devidamente trancado. Depois veio a touquinha, seguida das luvinhas, que foram amarradas em meus pulsos com fivelas.
Já devidamente “vestido pra dormir”, fui levado de cadeira de rodas até o berço, onde me colocaram deitado e novamente me algemaram pés e pulsos. Minha cintura também foi imobilizada com um cinturão de couro branco preso ao estrado. Tentei fazer força contra as amarras, mas era inútil.
“Eu amo você, bebê... Sempre tentando mostrar que é independente! Mas não adianta! Você agora é MEU!”  Disse Célia mordendo os lábios, em sinal de satisfação.
Mamãe Célia removeu minha mordaça. Cuspí os lenços ensopados de saliva da minha boca. “Mamãe.. Por favor me solte!” Falei de repente, com uma voz quase infantilizada.
Meu coração disparou! Por que eu disse aquilo!? Será que depois de tantos meses estou perdendo a razão? Que lugar era aquele que realmente estava me transformando numa criança?  Mas saiu de forma tão natural! Fiquei atônito.
Acho que Mamãe Célia também foi pega de surpresa, porque ela acariciou de leve meus cabelos e disse baixinho em meus ouvidos. “Agora você está pronto, bebê. Você finalmente é o bebê da mamãe! Eu achava que ia levar muito mais tempo. Estou tão feliz!”
“Mas agora você precisa dormir. Amanhã vou chamar o Dr. Shark pra assinar os papéis de transferência e você virá morar em minha casa, com sua nova mamãe.” Disse Célia.
Uma discreta lágrima rolou em meu rosto. Depois de tanto tempo naquele lugar, era quase como se eu não ir embora.
Foi quando sentí uma espetada em meu pescoço. Eu conhecía bem aquela sensaçao: era uma agulha de injeção. Olhei para o lado. Era a enfermeira Kitty, que sorrateiramente entrou no berçário enquanto eu falava com a Mamãe Célia.
“Oi, bebezão! Sentiu minha falta? Você está tão lindinho de macacão que a Mamãe Célia fez pra você!” - (Inclusive vocês podem comprar online os fantásticos macacões para bebês adultos da Mamãe Célia AQUI! - Não, eu não ganho comissão) - Disse ela alegremente. “Está na hora de dormir agora! Que bom que você finalmente concluiu o treinamento e está sendo adotado! A Mamãe Célia vai cuidar muito bem de você.”
“O que você fez? O que tinha naquela injeção? Por q.. MMMPPHH! MMMPH!” Eu não podia mais falar. A enfermeira Kitty já havia me amordaçado. Eu lutava contra as amarras, e sentía meu corpo amolecer. Tudo ficou escuro. Alguém colocou um capuz sobre minha cabeça.
“É melhor assim, Célia. Ele fica mais calmo e hoje a noite mesmo já providenciaremos o transporte para o aeroporto. E de lá, pra sua casa! Eu apliquei um anestésico cirúrgico desta vez. Ele provavelmente dormirá o trajeto todo. O Dr. Shark aguarda lá no saguão. Ele trouxe todos os documentos de liberação e conclusão do treinamento do Bebê Pedrinho” Disse Kitty calmamente.
“Ótimo! Quero agradecê-lo pessoalmente! Eu sempre quis ter um filhinho, e com o maravilhoso programa de treinamento de vocês, meu sonho se realizou!”  Disse Célia.
As últimas palavras desordenadas que ouví enquanto perdía por completo os sentidos: ....Adotado... Treinamento.. Bebê..
Sim...Eu sou um bebê agora......



FIM

7 comentários:

  1. Gostei do conto , mas acho que ficou pela metade pq e a familia de pedro , ele nunca mais os vê , célia o manterá bebê pra sempre ? Ele ficará amarrado o dia inteiro ? Como célia irá fazer quando ele quer fugir ? Ficará sedado o dia todos os dias ?

    Por mim tá faltando esses detalhes .

    Mas o conto tá ótimo ...

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    1. É fato científico que vítimas de seqüestro quanto mais tempo em poder dos raptores, acabam por desenvolver um vínculo (Sindrome de Stocolmo) com eles. Amizade, carinho, até mesmo amor. Logo o Bebê Pedrinho não vai mais sentir a necessidade de fugir, e não precisará ser dopado e amarrado. Ele vai morar feliz com a nova mamãe, e só será castigado de vez em quando se fizer alguma 'arte'. A Mamãe Célia literalmente comprou o Pedrinho, então ele é dela.
      A família do Pedriho... Bem.. isso pode ficar pra imaginação. Ele pode ter poucos parentes e amigos, ou pode ter uma familia grande que ficou preocupada.. Eu dei mais atenção ao treinamento dele e sobre os apuros que ele passou do que entrar em outros detalhes que não contribuiriam efetivamente pra estória ser mais emocionante. :)

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    2. Ah mais faz uma continuação ....
      Com esses detalhes ..... Vai ....

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  2. Ficou muito bom, adorei. Queria ter criatividade para criar contos infantilistas, mas já não tenho, leio o dos outros...rsrsrs. Parabéns Shark.

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    1. HEheehe, na verdade tb ajudou bastante eu ter experiência e já ter praticado muitas dessas situações ao vivo com outros fetichistas :)

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  3. Muito bom, pena que ele não conseguiu fugir pelo menos no final ele vai ser amado :P

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  4. haha... vc nos ama mesmo! fazendo tantos contos.

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