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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

[CONTO] Raptado e transformado em bebê - Parte 2

Bebezinhos. Me encher o saco pra eu "postar mais rápido" não vai funcionar. Quer rapidez? Deposite dinheiro na minha conta corrente. Aí sim você vai ter o direito de me cobrar alguma coisa. 

Tendo dito isso, vamos à continuação da estória do coitado do Pedrinho. Será que a clínica do Dr. Shark terá sucesso em transformá-lo num bebê adulto? Veremos...

(A parte 3 vai sair quando eu quiser, nem um dia a mais, nem um dia a menos.)

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- A enfermeira Kitty assistia com grande satisfação eu me contorcer e lutar contra as amarras, enquanto o enema preenchia minha fralda. –
“Você terá um dia cheio amanhã, bebê!” ela falava enquanto eu terminava de esvaziar meu intestino na fralda, agora totalmente cheia. Kitty agora conectou o tubo da mordaça de alimentação, e deixou o líquido descer. Eu estava indefeso, e não podia fazer nada a não ser engolir tudo conforme fluía pelo tubo e entrava em minha boca.
“Amanhã você será enviado para ser treinado pela Babá Claudia, e passará alguns dias com ela antes de voltar para nós.”  Comparado com ela, eu sou uma anjinha! Eu tentei assimilar essa nova informação, enquanto bebia à força o líquido, o qual era extremamente doce. Me sentí tonto após terminar de beber tudo, e peguei no sono. Pelo resto do dia e ao anoitecer, fui forçado a me aliimentar por aquele tubo, e peguei no sono várias vezes. Eu não tinha idéia de quanto tempo cada soneca durava.
A manhã chegou, e eu fui despertado pelas enfermeiras trocando minha fralda e novamente me obrigando a beber o líquido através da mordaça. Apesar de eu estar irritado por ser tratado daquela forma, eu estava feliz por receber uma fralda limpa. A enfermeira Kitty ficou de pé na minha frente, enquanto eu era obrigado a engolir aquela fórmula.
“A Babá Claudia logo virá pra buscar você, então seja um bebê bonzinho e beba toda a fórmula!” Lancei um olhar furioso em direção à enfermeira Kitty, enquanto ela deixava a sala e me deixou sozinho para terminar a alimentaçao forçada.
Mais ou menos 1 hora se passou, e então ouví vários passos se aproximando pelo corredor. Eventualmente eu fui saudado por 3 rostos: Enfermeira Kitty, Dr. Shark e uma outra mulher, também vestida de enfermeira.
“Esta é a Babá Claudia”, disse Dr. Shark.
“Ela vai treinar e educar você por alguns dias, e você estará completamente sob seu controle.”
Aquela mulher morena sentou-se na beirada da cama, próximo a mim, e sorriu “Eu vou te colocar fraldas, vestir, alimentar você, te botar pra mimir e até mesmo te dar banhinho! Você vai ser um bebezinho tão  feliz que não vai querer mais nada! Que tal levarmos você pra casa agora?”


Eu estava muito fraco por causa da fórmula que fui obrigado a beber, com certeza eles devem ter colocado algum tipo de remédio junto. Foi fácil para as 3 enfermeiras me tirarem da cama e me prenderem na cadeira de rodas novamente. A enfermeira Kitty e o Dr. Shark nos escoltaram pelos corredores até a saída, onde uma Van estava estacionada. Uma rampa foi conectada até a porta e eu fui empurrado para dentro, onde então minha cadeira foi fixada ao chão com correias. A enfermeira Kitty e o Dr. Shark me deram “tchauzinho” e entraram novamente no hospital, enquanto a Babá Claudia fechava as portas da Van. Essa Van tinha janelas pintadas de preto, então ninguém podia me ver. A Babá Claudia disse que ainda ia levar um tempo até chegarmos no “berçário”, e que eu devia descansar um pouco. Ela chegou por trás de mim e removeu minha mordaça. Ouví o som de uma gaveta se abrindo. Empurrei a mordaça pra fora da boca com a língua. “ME DEIXE SAIR! EU NÃO SOU UM BEBÊ! ISSO É UM SEQUESTRO!” Gritei. A babá então pegou na gaveta um punhado de lenços e pingou clorofórmio sobre eles. Ela rápidamente me silenciou segurando-os sobre minha boca e nariz. “MMPPPHH! MMMMPPPHHH!!” Eu gritei enquanto sua mão apertava os lenços, foi quando percebí o que estava acontecendo.
“Shhhhhh, bebê! Durma pra babá como um bom menino!”. Dizia ela, quase cantarolando, enquanto eu me debatía para me libertar. Eu chorava por sob os lenços enquanto lutava contra minha captora, mas eu nada podia fazer enquanto ela só dizia “shhhh! Shhhhhhh”. A droga fazia efeito. Dei um último grito contra os lenços enquanto a escuridão preenchia minha mente e eu caía inconsciente. A babá prendeu os lenços sobre minha boca e nariz usando uma mordaça de couro, e então a Van seguiu caminho.
Eu não tinha idéia de quanto tempo fiquei inconsciente, enquanto lentamente voltava a mim. Estava escuro lá fora e me lembro de portões de ferro se abrindo para que o veículo onde eu estava pudesse passar. A babá estacionou dentro de uma garagem, cujas portas se fecharam. Ela então abriu as portas da Van, colocando uma rampa para que  pudesse me tirar lá de dentro.
Eu grunhía por debaixo da mordaça cheia de lenços (que agora estavam secos) enquanto a babá me empurrava da garagem até um corredor do prédio. Chegamos até uma porta onde estava escrito “BERÇÁRIO”, quando esta se abriu, fiquei abismado com o que meus olhos viram. Havia um enorme berço, uma cadeira igual dessas para alimentar bebês (mas era enorme, do meu tamanho), uma cama com amarras e um carrinho de bebê. Haviam ainda mamadeiras, babadores, lenços e uma garrafa marrom, com o rótulo “clorofórmio”. Fui empurrado até perto do berço e deixado lá enquanto a babá deixou a sala. Ela logo retornou, trazendo uma tijela e uma colher.
“Eu vou te dar papinha agora bebê. Depois é hora de trocar a fralda, as roupinhas e te botar pra nanar. Espero que você esteja com fome, mas não teremos nenhum problema pra fazer você comer, não é?” Eu tinha que admitir, eu estava com MUITA fome, e queria comer. Eu fiz que “sim” com a cabeça. A babá Claudia então tirou a mordaça antes de começar a me dar de comer. Era tudo misturado, e tinha gosto de frango, batatas e legumes. A babá se divertia deixando a comida escorrer pela minha boca e bochechas, limpando então com um babador que ela tinha em suas mãos. Quando terminei tudo, ela colocou a tijela do lado do carrinho.
“Por favor, Claudia. Me solte!” Eu disse. Foi quando levei um forte tapa no rosto. Meu rosto começor a arder imediatamente, tal foi a força.
“Eu sou sua Babá, e é assim que você irá se dirigir a mim. VOCÊ ENTENDEU??” Disse ela agarrando meu queixo. Eu acenei que “sim”.
“Agora vou te colocar no berço, meu queridinho. Não adianta tentar fugir. A fórmula que você tomou antes possuía um forte relaxante muscular, então você ainda está fraco”. Disse a babá Cláudia enquanto soltava as amarras que me prendiam à cadeira de rodas. Ela me colocou deitado no berço, prendendo meus pulsos nas amarras conectadas ao estrado por sob o colchão.


“Você vai se divertir muito comigo, meu queridinho. Mas você tem que aprender a se comportar... E você vai começar agora mesmo, fazendo pipi na fralda pra babá ver.”
“Eu não vou fazer xixi numa fralda! Eu não sou uma criança!” Eu disse. Claudia deu risada. “Não é uma criança?? Pois eu digo que é sim!” Ela se sentou ao meu lado e apalpou a fralda. “ Hora, hora.. Agora eu entendí porque você não consegue fazer pipi! O seu pintinho está tão duro! Mas não se preocupe, docinho, a babá está aqui.. “ Ela soltou as fitas que prendiam a fralda e a baixou, expondo o meu membro totalmente duro. Ela pegou dois punhados de lenços, colocando um sobre meu pênis.
“Parece uma barraquinha, não é?” Ela sussurou em meu ouvido. Foi quando ela pegou a outra pilha de lenços e empurrou dentro da minha boca, me silenciando. Pra finalizar, prendeu minha boca fechada com fitas cirúrgicas brancas. “Seja um bom menino pra Babá, e me mostre o quanto você ama ser um bebê. “ Disse ela, enquanto usava os lenços para me estimular.
Eu gemía por sob a mordaça, quando me dei conta de que não havia nada que eu pudesse fazer para impedir aquela mulher de fazer aquilo comigo.
“Shhhhhh!!” Ela disse. “Apenas pense em como você vai se sentir bem quando acabar.” Não demorou muito até que eu gozasse dentro dos lenços. A Babá me limpou, colocando e fechando novamente a fralda.
“Agora...” Começou ela, enquanto tirava a mordaça de lenços e colocava novamente a mordaça para alimentação e a conectava a um tubo.
“...Vamos dar mais líquidos enquanto você molha a fralda pra babá.” Ela abriu o controle do fluxo de líquido. Eu não podia fazer nada, a não ser engolir tudo. Depois de uns 5 minutos mais ou menos, comecei a me remexer, pois sabia o que estava por vir. A babá também percebeu, e riu. “Vamos bebê! Seja um bom menino!”  Eu não tive escolha a não ser fazer na fralda. Quando eu havia terminado de beber todo o líquido, a fralda já estava ensopada. A Babá Claudia então começou a cuidar de mim. Ela rapidamente me limpou, passou talco e botou outra fralda limpa. Então ela também amarrou meus pés ao berço, como havia feito com minhas mãos. Claudia então foi até o carrinho e pegou outra pilha de lenços, pingando clorofórmio neles. “A babá vai te trocar e limpar todas as suas sujeiras, passar talquinho no bumbum e piupiu, e colocar uma bela e limpinha fralda toda vez que você precisar. Mas agora é hora de dormir, meu queridinho”.  Ela soltou o tubo de alimentação da mordaça e rapidamente colocou os lenços sobre minha boca e nariz, sem me dar tempo de protestar.
“mmmmmmmmmmmmmmppphhh!!” Era tudo que eu podia fazer contra os lenços de minha captora. “shhh! Shhhhhh! Queridinho. Respire bem para a babá.” Foi a última coisa que eu me lembro de ouvir.

FIM DA PARTE DOIS

Ps. Isto é apenas um conto. Semelhanças com indivíduos e/ou situações reais são mera coincidência. Por experiência própria eu digo que muito clorofórmio no bebê pode fazê-lo vomitar e ficar imprestável de cama (enjoado e com náuseas) por 1 dia inteiro. Existem maneiras muito mais seguras para sedar um bebezinho rebelde. :)

13 comentários:

  1. Vixiiii já não gostei da Claudia -.-"
    Muito bom Shark devia abrir uma seção de contos infant você escreve bem e haja criatividade.

    #EsperandoodiaD

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    1. A "Craudinha" é um doce de babá. DESDE QUE o bebê se comporte! Com ela não tem manha não.. ela castiga pra machucar mesmo, afinal, o bebê está em treinamento. :)

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  2. Gostei demais do conto e tô ansiosa pela terceira parte !!!

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  3. Fiquem ligados que a próxima postagem é a conclusão das aventuras de Pedrinho! Se vocês acham que ele foi judiado... Esperem!
    Surgem novos (e malvados) personagens.

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  4. Eu preciso da opinião de vocês, bebês. Quando o conto acabar, eu NÃO SEI quando virá o próximo post. Então a pergunta é a seguinte: Vocês querem que eu poste a conclusão do sequestro do Pedrinho amanhã ou vcs aguentam esperar até segunda-feira?

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    1. Da para aguentar! Ue ja que ta sem post cria outro conto hahaha

      :P

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    2. KKKKK! Eu tenho preguiça master pra criar contos. Juntar o tempo pra sentar quietinho na frente do comp... Começar a escrever sem ser interrompido pelo celular apitando.. Vai demorar um pouco até eu conseguir fazer isso. Mas vou tentar algumas fotos novas pro futuro. :)

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    3. Inova e lança um conto falado :P

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    4. Na verdade pensei em fazer quadrinhos :P

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  5. por mim vc postava amanha , mas isto e´ com vc

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