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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

[CONTO] Raptado e transformado em bebê - Parte 1

Pois é, bebês.. Um presentinho pra vocês que técnicamente gostam de contos. :)
Vou tentar postar tudo o mais rápido que puder, mas não prendam a respiração. ;)
Me dêem um desconto pelos muitos erros gramaticais e ínfimos erros de ortografia. Foi feito às pressas.
*



Eu tive um dia cansativo no hospital, sendo monitorado. Mas as enfermeiras eram gatinhas, então não era tão ruim assim. Eu estava ganhando um bom dinheiro participando de uma pesquisa médica, e isso seria útil pra quando eu fosse sair amanhã à noite. Era tarde, e as cortinas do leito estavam fechadas ao meu redor já há algum tempo. Eu imaginava que as enfermeiras estavam ocupadas, cuidando de outros voluntários e pacientes. Depois de ter visto aquelas enfermeiras sexy trabalhando hoje, eu tinha ficado bem excitado, e meio frustrado de não ter conseguido me masturbar já há alguns dias. Fiquei olhando para a caixa de lenços ao lado da cama, decidí então dar uma “aliviada” rápida. Peguei um punhado deles e comecei a esfregar o pau. Rapidamente ficou duro, e eu estava prestes a gozar. Bem na hora que eu gozei, a cortina abre e eis que entra a enfermeira Kitty.
“Seu homenzinho safado”, disse ela enquanto eu terminava de esguichar nos lenços. Meu rosto ardia de tão vermelho que ficou. A enfermeira Kitty fechou as cortinas e ficou de pé na minha frente. Fiquei sem reação quando ela pegou os lenços das minhas mãos e limpou o meu pênis, depois descartando-os na lixeira.
“É hora de dormir agora, garotinho levado. Agora deite-se e nós falaremos sobre isso amanhã.” Ela sussurrou em meu ouvido. Obedecí, ela fechou novamente as cortinas e deixou o quarto. Levei algum tempo pra pegar no sono, obviamente por causa da humilhação pela qual passei, mas eventualmente resolví deixar pra lá, já que estaria indo embora amanhã.
Já era de manhã, e me trouxeram café. São 9 horas, e eu estou programado pra sair ao meio-dia. Tomei café, depois aproveitei pra tomar um banho e trocar de roupa. Resolvi ler uma revista qualquer. Agora são 11:55 e eu não ví a enfermeira Kitty a manhã toda, com sorte ela ainda está trabalhando e eu tenho ainda alguns minutos antes de ir embora. Eu olho por cima das páginas e a vejo sorrindo na minha frente, trazendo uma cadeira de rodas.
“Pronto pra ser dispensado, meu jovem ?” Ela disse
“Com certeza” Eu disse, pegando minha mala e me dirigindo à porta.

“Uhm.. Com licença, Pedrinho” - Disse Kitty severamente. - “Você deve ir de cadeira de rodas até o escritório do Doutor Shark para assinar seus papéis de liberação.”
“OK”, Eu disse, enquanto me sentava.
A enfermeira Kitty empurrava a cadeira, em silêncio. Achei melhor não puxar assunto, pois poderia acabar sendo embaraçoso. Entramos no elevador e Kitty apertou o botão. Quando chegamos no andar, reparei que o corredor era de uma cor diferente do resto do hospital. Parecia ser o subsolo, mas eu não tinha certeza. Chegamos numa porta onde dizia “Dr. Shark”. Kitty bateu na porta. Ouví uma voz dizendo “entre!”. Kitty abriu a porta e entrou, me empurrando até a mesa no centro da sala.
O Doutor Shark era um homem encantador, de expressão severa, cabelos curtos e olhos azuis. Eu sei que prefiro garotas, mas confesso que fiquei encantado com ele.
“Olá, Pedro”, O Doutor disse.  “Obrigado por se inscrever no programa de pesquisas, você ficará contente em saber que não encontramos nenhum problema em nossas observações, por favor apenas assine estes formulários para liberá-lo.” Eu agradecí ao Doutor, enquanto assinava os papéis.
“Só tem mais uma coisa antes de você ir, Pedro”. Disse o Doutor Shark.  A enfermeira Kitty ainda estava atrás de mim (eu não tinha percebido) e havia preparado uma injeção enquanto o Dr. Shark falava comigo. Ela então agarrou meu braço e injetou todo o seu conteúdo rapidamente.
“Que porra é essa!” Eu gritei ao ver o que tinha acontecido. Dr. Shark respondeu “A enfermeira Kitty me disse que pegou você se masturbando ontem a noite.” O remédio rápidamente começou a fazer efeito. Eu não conseguia mais mexer meu corpo, e nem falar.
“Estamos atualmente promovendo um outro experimento, com investimentos da iniciativa privada, é claro. Eu acho que você será o perfeito como a primeira cobaia! A enfermeira Kitty te aplicou um relaxante muscular pro seu próprio bem, pra impedir que você se machuque se debatendo ou tentando escapar. No meio do formulário de liberação havia uma folha de admissão em nossa Unidade AB. A UAB é uma nova ala do hospital fundada privadamente para as minhas patentes. Vou transformar você  de um homem crescido para um Bebê Adulto, para um de nossos clientes registrados.
“Vou autorizar a enfermeira Kitty a admitir você nesta ala, e irei vê-lo mais tarde”. O Doutor Shark disse pra mim, enquanto sorria.
Eu estava indefeso e incapaz de impedir a enfermeira Kitty de me tirar do escritório. Enquanto me empurrava pelo corredor, ela comentou “Você vai se divertir tanto aos meus cuidados, meu bebezinho!” . Eu não conseguia responder às provocações da minha captora enquanto íamos em direção às duas portas de acesso. Quando passei por elas, notei diversas enfermeiras olhando pra mim. Minha cadeira de rodas foi colocada ao lado de uma cama. As jovens enfermeiras se aproximaram. A enfermeira Kitty ordenou que eu fosse removido da cadeira e colocado na cama.
“Vocês sabem o que fazer, meninas”. Disse Kitty.
Minhas roupas foram rapidamente cortadas e removidas, me deixando completamente nú. A enfermeira Kitty tinha um tubo nas mãos, e aplicou o conteúdo em toda a minha pele, incluindo minhas partes íntimas. Sentí uma estranha sensação de ardência enquanto Kitty passava o creme. Fui deixado sozinho por alguns instantes, neste meio tempo comecei a recuperar aos poucos meus movimentos. A enfermeira Kitty retornou sozinha. Ela empurrava um carrinho de hospital. Eu pude ver diversos itens sobre ele, incluindo lenços, vidros marrons, grandes mamadeiras e o que pareciam ser fraldas, espessas e em tamanho grande. Kitty pegou alguns dos lenços e começou a remover o creme da minha pele. Para minha surpresa e terror, enquanto retirava o creme, meus pêlos do corpo também saíram. Eu ainda não conseguia falar, e estava fraco demais para impedir toda aquela humilhação. Eu achei que já havia sido humilhado o bastante pela remoção dos pêlos, mas eu estava MUITO enganado. A enfermeira Kitty pegou alguns lenços e colocou sobre a minha mão esquerda, então ela usou fita cirúrgica para manter minha mão fechada, efetivamente incapacitando o uso das minhas mãos, ela então fez o mesmo com minha mão direita. Para finalizar, ela vestiu um grande par de luvas de couro branco sobre minhas mãos.  Kitty sorriu pra mim enquanto pegava  e abria uma das fraldas descartáveis do carrinho. Ela eficientemente as colocou sob minhas nádegas. Consegui falar um fraco “NÂO!”, mas ela nem ouviu. A enfermeira Kitty levantou a parte da frente da fralda e acomodou sobre meus genitais, ajeitando os elásticos na parte da virilha. Enquanto ela prendía as fitas da fralda, ela fez carinho sobre meu pênis, que começou a ficar duro.
“Seu menino levado!” Ela disse sorrindo, enquanto se voltava para o carrinho.
Eu ainda estava fraco, mas podia me mover. Era o momento ideal pra tentar escapar. Pulei da cama e empurrei a enfermeira Kitty, fazendo com que ela perdesse o equilíbrio. Ao passar pela porta, tentei tirar a espessa fralda de minha cintura, mas não conseguí devido ao fato de minhas mãos estarem imobilizadas. Era ruim tentar correr com a fralda fazendo volume entre as pernas. Ao virar em um corredor, dei de cara com as enfermeiras que haviam ajudado a enfermeira Kitty a remover minhas roupas. Elas agiram rápido, duas delas me seguraram imediatamente, enquanto outra foi buscar uma cadeira de rodas próxima à parede. Elas facilmente conseguiram me colocar sentado nela, enquanto eu lutava para me libertar. Ao olhar na direção da porta por onde eu tinha passado, ví a enfermeira Kitty andando calmamente em minha direção. Ela segurava alguns lenços em sua mão esquerda, enquanto pingava algo neles de um vidrinho marrom em sua mão direita. Ela continuava a vir em minha direção, enquanto guardava o vidrinho no bolso e segurava os lenços sobre a mão direita. Quando ela se aproximou de mim, eu comecei a me debater ainda mais. Eu estava tão aterrorizado que não pude evitar e urinei nas fraldas.
A enfermeira Kitty aproximou seu rosto do meu e disse “Isso foi muito levado, bebê. Você será castigado por isso!” Ela me mostrou os lenços, “Hora da soneca”, ela disse, ao apertá-los contra o meu rosto. Ela ajustou os lenços para que cobrissem minha boca também.” MMMMPPPPHH!” eu tentei gritar.



“Apenas respire bem o clorofórmio, meu querido. Tudo vai acabar logo”. Eu ouví as outras enfermeiras rindo. Eu lutei pra me soltar, enquanto os lenços eram mantidos firmemente sobre minha boca e nariz. Quando finalmente aspirei o ar pela primeira vez, sentí um odor adocicado e nauseante. Continuei  a me debater, enquanto olhava por cima dos lenços para a enfermeira Kitty, que tentava me deixar inconsciente. A cada respirada, eu ficava mais fraco. A cabeça rodava. “MMMppphhhh!” gemí novamente.
“Shhhhhh! Assim mesmo, meu docinho. Durma direitinho. Vou te levar pra cama, e você estará coberto e bem amarradinho quando acordar.” Murmurou a enfermeira Kitty. Meus olhos começavam a fechar, “mmmmpppphhh!” eu gemí pela última vez antes de apagar. Antes de perder completamente os sentidos, ouví a Kitty dizer “Bom bebê!”. Enquanto estava inconsciente, fui levado pelas enfermeiras de volta para a cama. Meu castigo deveria ser aplicado imediatamente. A enfermeira Kitty ordenou que as três enfermeiras me fizessem um enema e inserissem um plugue anal antes que o líquido saísse. Elas não tiveram nenhuma dificuldade em cumprir a tarefa, pois eu estava na terra dos sonhos e não havia nada que pudesse fazer. Elas prenderam um cordão ao plugue, e deixaram a ponta saindo pela lateral das fraldas enquanto eram colocadas. Uma camada extra de proteção, calça plástica, foi colocada antes de me prenderem na cama com cintas e fivelas.
Acordei com fortes dores no estômago. Eu gemia de dor, e fui saudado por uma voz feminina: “O bebezinho está com dor?” Talvez então na próxima vez ele pense duas vezes antes de tentar fugir!” Era a enfermeira Kitty. Novamente chorei de dor. Kitty foi até o carrinho de e pegou uma mordaça de alimentação. Ela apertou meu nariz, até que eu não tive escolha a não ser abrir a boca. Ela então empurrou e prendeu com amarras ao redor da minha cabeça.
“Assim! Muito melhor. Bebês não falam.”
“MMMPPHHH!”
Eu protestei sob a mordaça. A enfermeira Kitty então me disse que eu recebí um enema, e que logo todo o seu conteúdo seria liberado. Meu castigo não era só o enema, mas eu deveria ficar a noite toda com a fralda cheia. Kitty agarrou o cordão do plugue anal e começou a puxar. Eu chorei sob a mordaça enquanto o plug era removido. Não demorou muito e comecei a soltar tudo na fralda.
“mmmmppphh! MMMPPPHH!” Eu tentava gritar, enquanto a fralda se enchía.

FIM DA PRIMEIRA PARTE


*Beijos para a Enfermeira Kitty. Acho que alguns aqui já a conhecem. 


21 comentários:

  1. espero ansioso pela segunda parte :)

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  2. Nossa tô vendo como vc ta se esforçando para postar o mais rápido possível ! Aff

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    1. Só li verdades.

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    2. Você pode criar seu próprio blog, com conteúdo original e tudo em PORTUGUÊS e então postar você mesmo o que você achar melhor. Poste uma, duas. três vezes por dia! Eu imagino que você disponha de muito tempo livre.
      Eu posto as coisas aqui na velocidade que minha vida permite, e sinceramente um infantilista "anônimo" me cobrando por algo que eu faço de graça não é exatamente um incentivo.

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    3. Sinceramente se vc quer manter um blog deveria pelo au menos postar uma vez por dia ... Vc deixa a gente ancioso para ler a próxima parte e então começa a demorar para postar ... Nao é possivel que em pleno domingo Nao conseguiu 5 minutos para postar ... Este blog é otimo , Nao é como outros ....

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    4. "aU menos" ele não fica "anCioso" pelo seu feedback.

      Demorar pra postar? Quem define o quanto é uma demora? "nÃo" acredito que ninguém aqui seja dono de nenhuma verdade incondicional.

      É "Ótimo" ver a boa vontade do Shark de sequer de dar ao trabalho de escrever e disponibilizar todo o material gratuitamente.

      E domingos podem ser dias bem cheios de compromissos quando se tem família, namoro e trabalho. Ah sim, domingo não é universalmente um dia de descanso, eu mesmo passei trabalhando das 8:15h às 18:30h, obrigado. Mal tive 5 minutos para checar meu email pelo celular, quanto mais 5 horas para ESCREVER TODO UM POST.

      Olha! A porta da rua logo ali! Sirva-se.

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    5. Domingo eu conseguí parar pra "descansar" era 23:30 da noite. 3 horas de estrada... Sem guarda-chuva, peguei toda aquela chuva chegando em SP pq eu, fora o metrô, ainda tinha q passar no mercado, comprar comida e então pegar OUTRO ONIBUS pra casa.Realmente é relativo isso de ser um "dia livre".

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  3. Parabéns pelo ótimo texto Shark!
    Infelizmente determinadas pessoas - que não tem nem coragem de se identificar - não podem aguardar, pois afinal, isso é um serviço pago... Pff
    Nem sequer consegue escrever direito o tal do Anônimo, "ancioso" foi de cair o c* da bunda

    Portanto, digníssimo "Anônimo", acho que você deveria seriamente tratar esse seu problema de "Anciedade". E você deveria agradecer ao Shark ao invés de EXIGIR que ele traga novas crônicas na hora que você determinar. Afinal, assim como eu e qualquer leitor desse Blog, não estamos pagando pra ter esse conteúdo.

    Att. Bearbaby

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    1. Valeu, Ursinho. :)
      Vou tentar agitar a segunda parte pra essa semana ainda, e se der certo, talvez consiga postar tudo de uma vez e completar o conto.

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  4. Apesar de apreciar os contos mais leve com descrição do mundo mais infantilista algo menos hardcore, tenho que admitir que o conto esta excelente...

    Obs: Oh Deus a Kitty é do mau e o Shark o mandante!!! Hahaha

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    1. A Kitty é boazinha... espera até aparecer a babá na estória. ^^

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    2. Depois falam do bobo que escreveu ansioso com c . História sem h . Kkkkkkkkkkkkkk que burrice ...

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    3. Será que tem alguém bonzinho nessa "Historia"? Estou "ancioso" para ver como tudo acabará.

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    4. Burrice é alguém ignorante na língua, criticando alguém erroneamente. Vou ser gentil e te indicar diretamente:

      http://www.priberam.pt/DLPO/estória

      http://www.priberam.pt/DLPO/história

      Observação: no meu navegador, o endereço aparece com a palavra acentuada, porém quando colei aqui, foi automaticamente convertido (por exemplo http://www.priberam.pt/DLPO/hist%C3%B3ria ). Em todo caso, aí está o dicionário online.

      Aprendeu a diferença, caro anônimo? Adoraria também te indicar um cartório para você registrar sua existência e seu nome, mas não me compete tal obrigação.

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    5. Valeu pela paciência, Rafa! Você vê o que eu tenho que aturar todos os dias...

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    6. Quer saber resolvi me indentificar . Tá legal ?

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  5. Tá muito bom o conto, pena realmente que alguns anônimos ingratos não sabem reconhecer o esforço de alguém que se importa com os outros e disponibiliza material gratuito e de qualidade. Esse tipod gente entra na categoria dos que cobram encontros e ficam com medo de ir na hora "H".

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    1. Os comentários estão melhores que o conto.. Eu ia botar a parte 2 online ontem, mas vou esperar até amanhã. :3
      Realmente os anônimos nunca vão nos encontros :(

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    2. Não vou aos encontros pq moro no interior de minas gerais

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    3. Teve uns dois ou três encontros em MG já.

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  6. Maninho desculpe a demora pelos agradecimentos, mas obrigada pela sua homenagem na estória, gosto muito de vc maninhooooo.
    E não ligue para o que alguns anônimos comentam nunca se esqueça que vc e um dos infantilistas mais conhecidos dentro e fora do Brasil e seu blog é um dos melhores que temos atualmente sinta -se feliz e orgulhoso disso. <3 ^^

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